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Mostrando postagens de Setembro, 2016

ALUNOS DO CURSO DE GEOLOGIA DO IFPB TIVERAM TRABALHO DE CAMPO NA BACIA POTIGUAR

Os  alunos do 3° Ano do Curso Técnico em Geologia do IFPB estiveram juntamente com os orientadores (Anderson Souza,Vinicius Lisboa,Miguel BorgeseRafael Chagas) envolvidos em trabalho de campo na Bacia Potiguar. De forma a compor uma melhor compreensão do arcabouço estratigráfico, antes de chegar aos depósitos sedimentares da bacia, foram observados afloramentos pertencentes as rochas do embasamento: Complexo Caicó (ortognaisses e migmatitos), Formação Jucurutú (Paragnaissses), Formação Equador (quartzitos) e Formação Seridó (micaxistos). Além de granitoides do Brasiliano. Já na cidade de Lajes/RN foram visitados afloramentos referentes aos magmatismos “Ceará Mirim” (Rio Salgado) e “Macau” (Neck Vulcânico do Pico do Cabugi).
Já na Bacia Potiguar, entre as cidades de Açu e Mossoró/RN, foram exercitados conceitos de Petrografia Sedimentar, Sedimentologia, Estratigrafia e Sistemas Deposicionais. Mais precisamente as Rochas Siliciclásticas da Formação Açu (Conglomerados, Arenitos, Siltitos e …

PARTICIPE DO I SEMINÁRIO POTIGUAR DE GEODIVERSIDADE

O I SEMINÁRIO POTIGUAR DE GEODIVERSIDADE será realizado no anfiteatro B do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, localizado no campus Natal-Central.
Faça sua inscrição: http://geodiversidadepoti.wixsite.com/iseminario/local

ALUNOS DA UFRN TÊM AULA PRÁTICA DE GEOLOGIA

Campo da Disciplina de Tópicos Avançados em Geologia II, com o tema Geologia e Recursos Minerais do Rio Grande do Norte, cujo objetivo e mostrar na teoria e prática o que o RN tem nesse tema.

2o Dia -Mina Brejuíe Poço Estratigráfico da CPRM ambos em Currais Novos - geologia com rochas da Formação Jucurutu (paragnaisse, mármore, calcissilicática), da Formação Seridó (micaxistos em diferentes graus metamórficos) e do Magmatismo Rio Ceará Mirim (diabásio). Os trabalhos envolveram descrição de afloramentos e correlação com a geologia regional.
Fonte: https://www.facebook.com/marcos.nascimento.587?fref=ts

AJUDE A ASSOCIAÇÃO TRILHAS NA CAATINGA DE PICUÍ

A Associação Trilhas na Caatinga de Picuí iniciou as suas atividades no ano de 2009 e a cada dia, novos desafios surgem, com novas exigências e necessidades. Várias são as atividades desenvolvidas e divulgadas nas mídias sociais e conhecidas por todos: Descobrimento, preservação, estudo e visitas aos sítios arqueológicos; enduros, trilhas e caminhadas ecológicas; palestras em diversas instituições; acampamentos e rapel; resgate de animais silvestres entre outras. Todas estas atividades são realizadas pelo voluntariado de um grupo de pessoas e por ajuda de diversas outras que reconhecem o trabalho desenvolvido e acreditam que a Associação tem papel importante para preservação do Bioma Caatinga. (NÃO temos uma fonte de recursos público nem privado para garantir a realização das nossas atividades).

A Associação está dando mais um passo e novamente precisa da contribuição dos quem podem e dos que reconhecem o trabalho realizado. Estamos realizando uma campanha para arrecadarmos em 30 dias…

ALUNOS TÊM AULA PRÁTICA DE IDENTIFICAÇÃO MACROSCÓPICA DE MINERAIS.

Alunos do curso de Geologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, IFPB-Campus Picuí, tiveram aula de Identificação Macroscópica de Minerais.






TRABALHOS DE PESQUISA DESENVOLVIDOS NO DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA DA UFRN E DO IFPB (CAMPUS PICUÍ) SERÁ DESTAQUE NO GLOBO REPÓRTER.

Nesta sexta-feira (16)  o Globo Repórter irá abordar dois grandes parques nacionais: o de Ubajara no Ceará e o de Sete Cidades no Piauí.
Além de  abordar  aspectos inerentes a fauna, flora, economia e crendices sobre os parques, bem como a caracterização geológica destes e os trabalhos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores do Departamento de Geologia da UFRN e do IFPB (Campus Picuí) no Parque Nacional de Sete Cidades


TRÊS TECNOLOGIAS QUE PODEM MUDAR A MINERAÇÃO

Por Jony Peterson de Oliveira Lima

Pessoal, tudo bem? Este artigo surgiu a partir de umas das pesquisas que fiz para criar uma lógica para uma macro. Observei que a tecnologia é uma ferramenta para criação de sonhos, pois quando se imagina algo novo ou tentamos melhorar algum processo, sonhamos com aquilo, daí utilizamos a tecnologia para torná-lo realidade.Citando um personagem de revistas em quadrinho o pai do Tony Stark (o homem de ferro da Marvel), Howard Stark “Tudo é possível com a tecnologia”. Irei apresentar aqui três tecnologias que já existem, estão evoluindo e que com criatividade e sonhos podem mudar a mineração: Impressão 3D A impressão 3D, ou Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) funciona basicamente através da adição de camadas sobrepostas. Os objetos são impressos camada por camada até ser moldada a forma final. Para se criar um objeto a ser impresso em 3D, ele deve ser desenvolvido em um computador. 

ADERÊNCIA E CUMPRIMENTO – UM ESTUDO DE CASO. POR JONY PERTERSON

Pessoal como vão? Pois bem o artigo desta semana é resultado de discursões com diversos profissionais de mineração em relação ao que foi planejado e o que realmente foi lavrado para cumprimento do plano. Em outro artigo (http://sobrinhopicui.blogspot.com.br/2016/08/indicadores-chave-de-desempenho-por.html) já abordamos sobre plano de lavra e vimos que quando se planeja uma lavra são levados em consideração diversos parâmetros.
Um dos principais é a premissa de volume de produção, ou seja, quando deve sair da mina para atender a produção, seja ela anual, semestral ou qualquer unidade temporal. O planejador irá utilizar esta premissa e vai planejar o melhor local para obter a melhor relação econômica na lavra. Esta seria a ordem correta de trabalhos onde o planejamento indica um avanço ou cava. E a operação da mina executa a lavra neste local.
Ao final do plano deve-se avaliar o que foi planejado com o lavrado, esta análise chama-se aderência e cumprimento ao plano de lavra. A aderência m…

PESQUISADORES REALIZAM LEVANTAMENTO GEOFÍSICO NA REGIÃO DE PICUÍ.

Na última sexta feira (2), foi realizado na cidade Picuí, Paraíba, um Levantamento Geofísico no intuito não apenas de identificar áreas em potencial para execução de obras de natureza hídrica, como Barragens Subterrâneas e Poços Profundos, mas principalmente ter conhecimento do volume dos reservatórios.


Na ocasião foram utilizados os métodos geofísicos da Eletrorresistividade (elétrico) e GPR (eletromagnético). Este projeto vem sendo desenvolvido pelos alunos e pesquisadores do NUGGAP (Núcleo de Estudos em Geologia e Geofísica Aplicada do Semiárido) do IFPB-Campus Picuí,  juntamente com os pesquisadores do LAE (Laboratório de Análises Estratigráficas) do Departamento de Geologia da UFRN.


Em regiões desprovidas de recursos hídricos, trabalhos como este e tantos outros apontam para o fato de que mais do que a falta desses recursos o que se tem muitas vezes é um mau ou nenhum gerenciamento desses recursos por parte dos órgãos competentes.